Venho, meus amigos, depois de algum tempo de hiato, resmungar algo comum entre os Srs. Sapiens: a paixonite. Mas antes, quero agradecer a CPTM, a METRA, e a SBCtrans pelo meu dia de folga, ou melhor, agradeço pelo dia livre para atualizar o blog, que estava parecendo secretaria de escola pública.

Bem, amigos leitores, a paixonite é um problemão. Você sabe que está babando, mas não liga. Você até entra na onda de falar no celular em um vagão de trem da CPTM. Quando estamos enamorando, não lembramos onde amarramos nosso jegue metafísico.

Quando estamos enamorando, vejam só, somos pirocópteros existenciais jogados em direção à testa da idiotice. E o pior, é que sabemos da nossa condição precária de machos apaixonados. É tanto lenga-lenga que até o velho e bom Quixote zomba da situação.

Amigos, quando estamos enamorando, somos iguais ao MEC: nóis pega o peixe sem problema. Mon amour, galega. Mas tudo passa, tudo passará, e você, amigo idiota, perceberá que é um idiota. Somos assim, seja em cavernas, discotecas ou shoppings.

Por Henrique Guedes 

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