Todos prontos para mais um lero cinematográfico? Está cada vez mais difícil recomendar novos filmes, uma vez que o cinema comercial está dominando a 7ª arte. Bem, irei recomendar alguns dos filmes que assisti desde o último lero cinematográfico.

O primeiro filme é o engraçado “Gato de Botas”. Estamos falando de uma animação plausível, que prende nossa atenção e nossas risadas. O personagem, mais conhecido por “participar” dos filmes do “Shrek”, virou um verdadeiro comediante aventureiro. O bacana do filme é que ele resgata o mundo das estórias que nós, antigas crianças, líamos. As crianças de hoje conhecem o Gato de Botas como um personagem do “Shrek” e não como o lendário personagem do escritor francês Charles Perrault. No filme, o felino de botas topa sair em uma aventura com a gata Kitty Pata-Mansa e o ovo Humpty em busca da Gansa dos Ovos de Ouro, que vive em um castelo no topo do pé de feijão. Um filme para adultos e crianças.

O segundo filme é o fabuloso “Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras”, com a direção de Guy Ritchie. Esperei ansioso pela estréia no filme em questão; sou fã do personagem e do primeiro filme do Holmes (já recomendado na extinta categoria “Os Cinco Filmes do Mês”).  Deveras um bom filme. Pudera, além da boa estória, o elenco conta com a presença do Robert Downey Jr. e do Jude Law, dois bons atores. Se não bastasse, ainda temos o talento e a beleza da Rachel McAdams. O filme prende a atenção de qualquer um. É um dos filmes que realmente recomendo.

O próximo filme que irei recomendar é “O Palhaço”, com a direção de Selton Mello. Plausível. Fico até acanhado em comentar tal filme, pois temo não conseguir deixar claro o quanto gostei do filme em questão. O Selton Mello tem um jeito particular de dirigir filmes, poucos entendem (ou gostam). Benjamim (Selton Mello) e Valdemar (Paulo José) formam a conhecida dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue, do Circo Esperança.  Benjamim cresceu no circo, não tem documentos, vive pelas estradas com os companheiros do circo. O grande momento do filme é quando ele percebe que mesmo fazendo os outros felizes, ele não é. Ele cansa de divertir os outros e parte em busca da sua própria diversão, da sua própria “felicidade”. Não quero fazer spoiler, então não continuarei com a sinopse do filme. O entendimento do filme requer muita atenção, pois assim como no filme “O Cheiro do Ralo”, “O Palhaço” também contém objetos misteriosos, no caso, um ventilador.

O último filme que irei recomendar por hoje é a nova versão do clássico “Os Três-Mosqueteiros”, com a direção de Paulo W. S. Anderson (2011). A estória é a mesma: D’Artagnan vai a Paris buscando se tornar membro do corpo de elite dos guardas do rei, os mosqueteiros. Chegando lá, após acontecimentos singulares, ele conhece os três famosos mosqueteiros, Athos, Porthos e Aramis. O que muda no filme são as explosões e tiros de canhão com dirigíveis. Sem falar que o Porthos é representado de forma fiel ao verdadeiro personagem: um pirata brutamonte e divertido, interpretado pelo Ray Stevenson. Uma ótima escolha. E vocês, amigos leitores, alguma sugestão?

Por Henrique Guedes

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